Morreu a atriz Helen McCrory, da franquia “Harry Potter” e da série “Peaky Blinders”

(Fotos: Divulgação)

A atriz Helen McCrory, Narcissa Malfoy na franquia “Harry Potter” e Polly Gray em “Peaky Blinders”, morreu hoje aos 52 anos, anunciou o seu marido Damian Lewis.

Estou com o coração partido em anunciar que, após uma batalha heróica contra o cancro, a bela e poderosa mulher que é Helen McCrory morreu pacificamente em casa, cercada por uma onda de amor de amigos e familiares. Ela morreu como vivia. Destemidamente. Deus, nós a amamos e sabemos a sorte que tivemos em tê-la nas nossas vidas.”, escreveu Lewis no Twitter na sexta-feira.

Nascida em Londres, Inglaterra, filha da galesa Anne (Morgans) e do diplomata escocês Iain McCrory, Helen Elizabeth McCrory passou na infância e adolescência por países como a Noruega, Nigéria, Camarões, Tanzânia, Madagáscar em Paris, estudado posteriormente já no Reino Unido na escola de atuação Chang-Ren Nian, e começando a sua carreira nos palcos teatrais, onde arrecadaria inúmeros prémios e trabalharia com atores como Joseph Fiennes, Rupert Graves, James Purefoy, Chiwetel Ejiofor e Damian Lewis. Fundou ainda a produtora teatral The Public, com Michael Sheen.

Estreou-se na TV em 1993 com “Full Stretch” e no cinema um ano depois em “A Tábua de Flandres” e “Entrevista Com o Vampiro“, onde desempenhava o papel de prostituta.

Foi em 2000 que conseguiu o seu primeiro grande papel no pequeno ecrã, em “Anna Karenina“, seguindo-se participações em filmes como “O Conde de Monte Cristo” (2002), “O Fardo do Amor” (2004), “A Rainha” (2006) e “Harry Potter e o Príncipe Misterioso” (2009). Seguiram-se mais dois filmes da saga do jovem feiticeiro, em 2010 e 2011, ano em que também foi vista na fita de Martin Scorsese, “A Invenção de Hugo“.

Após isso, destaque para a sua presença no cinema em “007: Skyfall” e “A Mulher de Negro 2 – Anjo da Morte“, enquanto no pequeno ecrã encheu as telas em “Penny Dreadful“, “MãePaiFilho“, “Peaky Blinders” e, mais recentemente, em “His Dark Materials“.

Durante a sua carreira, manteve-se sempre ligada ao teatro, tendo dito em entrevista que “O teatro é libertador porque só funciona se for verdadeiro. É isso que exige. Isso não é verdade num filme: a câmara mente.

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