O documentário “Crip Camp“, sobre um campo de verão para pessoas com deficiência, dirigido por hippies inexperientes, à beira de Woodstock, em 1971, conquistou a principal distinção da 36ª edição dos prémios anuais da IDA (International Documentary Association).
O prémio de melhor realização foi para a jovem Garrett Bradley por “Time” e a melhor curta documental foi “John Was Trying to Contact Aliens“. Duplamente distinguido, “Dick Johnson Is Dead” levou para casa o prémio de melhor escrita e montagem, enquanto “My Octopus Teacher” conquistou igualmente duas estatuetas: melhor banda-sonora e o Prémio Pare Lorentz, concedido ao documentário que melhor reflete a sensibilidade democrática, o espírito ativista e a visão lírica de Pare Lorentz.
Esta edição dos prémios IDA (International Documentary Association) distinguiu ainda Sam Pollard com o prémio de carreira. O mais recente projeto do cineasta, “MLK/FBI“, estava nomeado a melhor filme e a melhor realização, mas acabaria por não conseguir triunfar.

