O produtor Paulo Trancoso foi reeleito Presidente da direção da Academia Portuguesa de Cinema, para o triénio 2020-2022, na sequência das eleições para os órgãos sociais, que decorreram ontem, dia 31 de janeiro, na sede da associação em Lisboa.

A acompanhar Trancoso na direção estará a atriz Carla Chambel e o realizador Miguel Gonçalves Mendes, (ambos vice-presidentes), o diretor de fotografia Tony Costa (Tesoureiro) e o diretor de som Branko Neskov (Vogal). A atriz Maria João Bastos, a argumentista Patrícia Muller e a produtora Maria do Carmo Moser foram eleitas, respetivamente, Presidente, Vice-presidente e Secretária da Mesa da Assembleia Geral. O Conselho Fiscal ficará a cargo do produtor António Costa Valente (Presidente), a diretora de arte Ana Paula Rocha (Vice-presidente) e a caracterizadora Helena Batista (Secretária).
“Um terceiro mandato é a oportunidade de consolidar os objetivos que nos levaram a fundar a Academia, procurando desenvolver ainda mais actividades cuja missão será sempre a de promover, incentivar e celebrar o Cinema Português (…) A composição da direção eleita pretende refletir diversidade na representação das diversas áreas de actividade cinematográfica“, afirmou Trancoso durante a tomada de posse.
Entre os objetivos para o triénio 2020-2022 conta-se a “obtenção de uma sede condigna para Academia“, “estabelecer parecerias com todos os festivais tentando promover a participação e dos profissionais da área em masterclasses e workshops” e a criação de dois colégios, estando entre eles um “colégio de críticos” que “anualmente irá atribuir o Prémio da Crítica no dia em que nasceu o cinema em Portugal (dia da apresentação do Kinematógrafo Português – 15 de Janeiro de 1897)“.

