A PETA critica Tarantino por ele recorrer a um criador para conseguir “a atriz” para Era uma vez em…Hollywood

A associação de defesa dos animais, Pessoas para o Tratamento Ético dos Animais (PETA), divulgou um comunicado onde critica Quentin Tarantino e o seu último Era uma vez em…Hollywood (ler crítica) pela utilização de uma cadela Pit Bull que provém de um criador.
“Os Pit bulls são os animais mais abusados e abandonados no reino canino, e numa investida não pensada, Quentin Tarantino fez mais para agravar a situação, obtendo cães a um conhecido criador para “Era uma vez em…Hollywood”. Os Pit bulls são acorrentados, enjaulados, negligenciados, deixados à fome, espancados e até mesmo incendiados a lutarem com a morte. E tal como os cães apresentados neste filme, as suas orelhas são frequentemente mutiladas para que tenham uma aparência “dura”. Retratos irresponsáveis como este são parte da razão pela qual os pit bulls inundam os canis da nação. Enquanto a comunidade humana faz tudo o que pode para ajudar estes animais – principalmente, acabando com a indústria dos criadores de pit bulls – Tarantino trouxe-os volta. Tenha Vergonha, Tarantino“, escreveu a PETA.

Sayuri, a cadela mencionada no comunicado, estreou-se no cinema neste filme e desempenha o papel de Brandy, companheira da personagem de Cliff Booth, interpretado por Brad Pitt. Vencedora da Palma Canina em Cannes, a cadela é mais que um animal de estimação, provando ser a melhor amiga e parceira de Booth, defendendo-o mesmo quando é necessário.
Era uma vez em…Hollywood estreia a 15 de agosto.

