Em entrevista à Folha de São Paulo, o realizador manifestou a intenção de não fazer um filme político: “Vamos mostrar uma história humana, não um filme chapa-branca, feito para puxar o saco do presidente”, disse, “quem espera um filme político pode esquecer, ele é completamente separado da efervescência eleitoral.” Diaz, o Lula adulto do filme, afirma que nem chegou a pensar numa eventual influência do filme na eleição ou vice-versa. “A gente fala de um Lula apartidário, quase apolítico”, disse. “Ele não tem partido, não é de esquerda nem é comunista. Está num movimento e surge como liderança”,
O filme deverá estar completo no final de Março e está planeado percorrer o circuito dos festivais, antes de ser estreado no circuito comercial no próximo ano.
Fonte: Folha de São Paulo
João Miranda

