Miguel Gomes vai invadir Festival de Cinema de Berlim com o seu «Tabu»

(Fotos: Divulgação)

13 anos depois do filme «Glória», de Manuela Viegas, ter surgido em competição no Festival de Cinema de Berlim, Portugal volta a marcar presença na secção competitiva do prestigiado certame. Desta vez a escolha recaiu sobre «Tabu», o mais recente filme de Miguel Gomes (Meu Querido Mês de agosto), e que é protagonizado por atores como Teresa Madruga, Laura Soveral, Ana Moreira, Carloto Cotta, Ivo Müller, Isabel Cardoso e Manuel Mesquita.
Segundo o jornal Público, nesta obra, que é uma coprodução de Portugal, Alemanha, Brasil e França, seguimos a história de «uma idosa temperamental, a sua empregada cabo-verdiana e uma vizinha dedicada a causas sociais que partilham o andar num prédio em Lisboa. Quando a primeira morre, as outras duas passam a conhecer um episódio do seu passado: uma história de amor e crime passada numa África de filme de aventuras».
Para além de «Tabu», foram ainda anunciados nesta secção: «Aujourd´hui», de Alain Gomis, «Barbara», de Christian Petzold, «Cesare deve morire», de Paolo e Vittorio Taviani, «Gnade», de Matthias Glasner, «Jayne Mansfield’s Car», de Billy Bob Thornton, «L´enfant d´en haut», de Ursula Meier, «Metéora», de Spiros Stathoulopoulos, «Csak a szél”» (Just The Wind), de Benedek Fliegauf, e «Was bleibt» (“Home For The Weekend”), de Benedek Fliegauf. De notar que estes filmes juntam-se aos já anteriormente referidos «Captive» (Captured), de Brillante Mendoza, «Dictado» (Childish Games), de Antonio Chavarrías, «Extremely Loud And Incredibly Close» (Extremamente Alto, Incrivelmente Perto), de Stephen Daldry, «Jin líng Shí San Chai», de Zhang Yimou e «Kebun binatang», de Von Edwin.
De resto, e já fora de competição, o festival de Berlim anunciou também uma sessão especial, fora de competição, de «In The Land of Blood of Honey», o filme que marcou a estreia de Angelina Jolie na realização.
Recordamos que o certame vai começar a 9 de fevereiro tendo como filme de abertura «Les Adieux a la reine» (Farewell My Queen) de Benoit Jacquot.
 
Jorge Pereira
Fontes: Berlinale, Jornal Público 

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