Sacha Baron Cohen usa morte de Kim Jong-Il para promover «The Dictator»

(Fotos: Divulgação)
O capitalismo ganha sempre. Já o tínhamos dito quando surgiu no mercado um fato de banho especial para as mulheres modernas do islão. O burqini. 
 
Por isso, já não é de espantar que se use a morte de Kim Jong-Il, ou de qualquer outra pessoa considerada non grata no ocidente para vender um filme. É isso que o filme «The Dictator» está a fazer, através de Sacha Baron Cohen, que utilizou a sua personagem no filme (já de si uma paródia a Saddam Hussein) para enviar um comunicado oficial sobre a morte do líder norte-coreano.
 
 
“Comunicado Oficial de Sua Excelência o General Aladeen – Líder Supremo, Almirante General Vitorioso e Chefe de Oftalmologia da República Popular de Wadiya.
 
Estou triste ao ter conhecimento da morte do meu querido amigo Kim Jong-Il. Os nossos pensamentos vão para a sua mulher e os seus 813 filhos. «K-Jo» foi um grande líder, um bom amigo e um razoável parceiro de badminton. Ele morreu como viveu, com os seus sapatos altos. Era um homem extraordinário e fez muito para espalhar a compaixão, a sabedoria e o urânio por todo o mundo.
 
Em meu nome, em nome do Ahmadinejad, do Chavez e do Newt Gingrich, gostaríamos de dar as boas vindas ao seu filho, Kin Jong Un, ao eixo do mall»

 
No filme, que chega aos cinemas americanos em Maio de 2012, seguimos duas histórias paralelas e Cohen irá interpretar dois papéis: um pastor de cabras e um ex-ditador deposto, ambos em «digressão» pela américa. Levemente inspirado na obra «Zabibah and The King» de Saddam Hussein, o filme terá ainda Ben Kingsley num dos papéis principais. Também presentes no elenco encontramos Megan Fox, Anna Faris e John C. Reilly.»
 
Jorge Pereira 

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