«Piratas das Caraíbas» conquistam Portugal, EUA e o resto do Mundo

(Fotos: Divulgação)
O quarto filme da saga «Piratas das Caraíbas», «Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides» (Piratas das Caraíbas por Estranhas Marés), conquistou, um pouco por todo o mundo, a liderança do box-office.
 
Em Portugal, o filme conseguiu mesmo a melhor abertura do ano, ultrapassando assim «Velocidade Furiosa 5», que liderava o top das melhores estreias num fim-de-semana (de Quinta-feira a Domingo). Porém, não se pense que este é um resultado avassalador. O filme conseguiu mais que «Velocidade Furiosa 5», mas alcançou-o em mais 26 salas que o antecessor, abrindo em 99 ecrãs – contra os 73 da fita protagonizada  por Vin Diesel.
 
De qualquer maneira, o filme chegou aos 136 mil espectadores, um bom resultado para uma franquia que continua a atrair muito público às salas.
 
Nos EUA o resultado da obra é o melhor do ano, em termos de fim-de-semana de estreia, ainda que fique aquém dos 100 milhões que se esperava. Com 90 milhões de dólares, o filme teve uma estreia mais fraca que as sequelas anteriores (135.6 milhões em 2006  com o segundo capítulo e 114.7  milhões com a terceira entrega em 2007).
 
Porém, e como um dos produtores afirmou, não se pode «chorar» por um resultado na ordem dos 90 milhões de dólares.
 
A grande história dos resultados do filme no fim-de-semana é porém o seu resultado global. O filme conseguiu 256.3 milhões de dólares fora dos EUA em cerca de 20 mil salas/100 territórios. Aqui sim a obra ultrapassa os anteriores resultados da saga, chegando mesmo a suplantar  «Harry Potter and the Half-Blood Prince», o antigo campeão de bilheteira, que atingira os 236 milhões de dólares em 2009.
 
No total, «Piratas das Caraibas Por Estranhas Marés» atingiu os 346 milhões de dólares no Mundo inteiro, o que o torna o quarto filme com a melhor estreia de sempre. 
Porém, recordamos que com a utilização do 3D na obra, os valores surgem inflacionados, e tendo em conta que o filme custou cerca de 250 milhões de dólares, o resultado conseguido é bom, mas não magistral ou genial.
 
 
Jorge Pereira 

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