Dupla de Natalie Portman em ‘Cisne Negro’ (Black Swan) revela-se magoada com a actriz

(Fotos: Divulgação)
Depois das desgastantes filmagens de “Cisne Negro” (Black Swan), Natalie Portman afirmou que devia ter entrado em reabilitação antes de filmar “Thor”. Portman já tinha confessado que tinha pensado que ia morrer durante o treino para o thriller de Darren Aronofsky, devido ao trabalho exaustivo. 
 
A actriz de 29 anos disse ainda, recentemente, à Total Film que “Adorei o Darren Aronofsky, e trabalhar com ele foi uma experiência profundamente gratificante, mas quando apareci para filmar o Thor, estava esgotada. Provavelmente devia ter entrado em reabilitação.”
 
No entanto Portman, disse que a oportunidade de trabalhar com o realizador Kenneth Branagh, em Thor, valeu mesmo a pena, mesmo tendo sido num período de setress – “Devo ter visto o “Much Ado About Nothing” umas 500 vezes, adorei esse filme. Ele foi uma das únicas pessoas que quando o conheci estava tão excitada. Ao trabalhar com ele, ele superou as minhas expectativas.”.
 
Porém esta semana surgiram algumas informações que dão conta que as exigências que a actriz tanto fala para o seu papel em “Cisne Negro” (Black Swan) não foram assim tantas. Em declarações à imprensa americana, a bailarina profissional Sarah Lane, que era a dupla de Portman no filme, afirmou que “os produtores criaram a farsa que ela se tornou bailarina em ano e meio” de maneira a acentuarem o marketing na campanha para o Óscar da actriz. E Lane vai mais longe, dizendo que a equipa de efeitos especiais mudou muitas vezes o rosto da verdadeira dançarina por trás das imagens do filme.
 
Já sobre as razões porque só agora revelou a situação, a bailarina afirma que estava proibida de o fazer até aos Óscares, tendo ficado particularmente magoada por Portman não lhe ter agradecido no discurso de vitória nos prémios da academia de Hollywood. (o nome da bailarina nem aparece nos créditos da IMDB como dupla).
 
Será que fomos mesmo enganados? Vejam um vídeo sobre o uso de efeitos especiais em “Cisne Negro).
 
 
Margarida Proença 

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