
Já leva um Óscar no currículo, mas Bill Condon sente-se um perfeito novato (um “newborn”) no Universo “Twiligh”.
Em declarações na sua página no Facebook, Condon refere que desde sempre foi “obcecado por vampiros“, mas que até receber o convite para realizar “Breaking Dawn”, nunca se tinha interessado em trabalhar com eles nas telas.
O cineasta, que já realizou obras como “Dreamgirls’, ‘Kinsey’ e ‘Gods and Monsters’, afirmou ainda que considera o trabalho de Stephenie Meyer “intemporal”, embora reconheça que tudo é bastante moderno.
“Estou bastante ocupado a actualizar-me […]Li duas vezes ‘Amanhecer’, revi os filmes de Catherine e Chris 2/3 vezes cada um, tenho os quatro CDs no meu carro, o caderno de anotações de Catherine, os livros de Mark Cotta e até o primeiro volume da novela gráfica“, acrescentando que o capítulo final pode ser dividido em duas partes e que lida com emoções primárias, como o desejo, o desespero e a inveja.
“Breaking Dawn” é o livro mais controverso da saga “Twilight”, pois nele Bella Swan (Kristen Stewart) vai engravidar de Edward Cullen (Robert Pattinson) antes de se transformar em vampira. A cena mais chocante do livro será a do parto (muito gore), seguida da cena de “imprint” de Jacob (Taylor Lautner) por Renesmee, a filha de Bella e Edward. Longo e denso em termos de personagens, os produtores querem que este capitulo, o mais violento dos livros, seja na mesma um filme classificado etáriamente para adolescentes (o chamado PG-13).
A autora dos livros, Stephenie Meyer, diz ter ficado muito excitada por Bill Condon querer adaptar o livro, considerando-o perfeito para o trabalho.

