Numa entrevista à Rádio Comercial, Lídia Franco acusou o ator norte-americano Adam Driver de “uma agressão camuflada com uma cadeira“, mas numa nova conversa com a NIT, a atriz portuguesa fala agora de um “mal entendido“, termo também utilizado pela produtora portuguesa Pandora da Cunha Telles para se referir ao caso.
“As nossas personagens, no filme ‘O Homem que Matou Dom Quixote’, tinham de estar fisicamente próximas (…) Considerei o comportamento do ator pouco delicado porque na preparação de uma cena não teve o cuidado que julgo deveria ter tido. (….) Cada vez que ele se levantava com o grande ímpeto da personagem para fazer o resto da cena, a cadeira onde estava sentado tocava-me com uma certa força, o que me incomodou.”, disse a atriz à NIT, mostrando algum desgaste pela proporção que as suas palavras tiveram na imprensa.
Recorde-se que a atriz, na entrevista à rádio, categorizou ainda Adam Driver como um “energúmeno” e “uma péssima pessoa” que “não merece que esteja aqui a falar dele”.
‘O Homem que Matou Dom Quixote’ chega aos cinemas portugueses este ano.

