A atriz Kirstie Alley, famosa por séries como “Cheers, Aquele Bar” ou filmes como “Olha Quem Fala“, lamentou no Twitter – e pediu mesmo ajuda a Elon Musk – o facto de estar a perder cerca de 10 mil fãs por hora depois de ter criticado a rede social por esta ter banido a conta de Donald Trump. Nas publicações, entretanto apagadas, atriz deixou ainda no ar a ideia que o Twitter estava a remover alegados utilizadores apoiantes de Trump (e fãs dela).
Apoiante do ainda presidente dos EUA, Alley fala de “censura” e chegou mesmo a comparar a expulsão de Trump a “escravatura“, afirmando que as grandes tecnológicas agora controlam o sistema.

A decisão de banir Trump de redes sociais como o Twitter e Facebook veio após a invasão do Capitólio dos EUA na quarta-feira, no qual cinco pessoas foram mortas quando milhares de partidários pró-Trump, insatisfeitos com a eleição, invadiram o Congresso. De acordo com Alley, o motim de DC não justifica o encerramento da conta de Trump, comparando-o aos protestos ocorridos em Portland do movimento Black Lives Matter, no ano passado. “Lembram-se de todos os incêndios, matança, terror, destruição e, sim, de edificios federais? Foi horrendo & ilegal.“
Mais tarde, já com vários milhares de fãs “perdidos” na rede social, a atriz esclareceu que não estava a desculpar o comportamento dos desordeiros que invadiram o Capitólio, acrescentando: “Violar o Capitólio foi um ato criminoso de traição aterrorizante e essas pessoas devem ser processadas criminalmente em toda a extensão da lei. Não tolero a VIOLÊNCIA, TRAIÇÃO, ATOS CRIMINOSOS OU DESTRUIÇÃO DA VIDA E DA PROPRIEDADE. Isto deve bastar como a minha posição sobre os eventos de 6 de janeiro. ”

