O filme, de ficção mas com grandes ligações documentais, está presentemente no Festival de Locarno, em competição, tem uma base biográfica, por ter começado a ganhar contornos graças às memórias de infância, do tempo em que viveu em Macau, de João Rui Guerra da Mata. É descrito como um filme de um amigo a contar uma história a um amigo.
A estas secções juntam-se: a Competição Internacional, onde encontramos alguns dos melhores documentários de todo o mundo; a Competição Nacional, onde se poderão ver documentários portugueses concluídos no último ano; Investigações, onde se podem ver filmes que se relacionam com questões contemporâneas; Riscos (secção comissariada por Augusto M. Seabra que se desenha a partir de propostas que desafiam as categorias e formatos habituais do documentário); e Heart Beat (que inclui documentários que se constroem na relação com a música e artes performativas).
Finalmente e em foco, realce para duas retrospetivas e exibição: United We Stand Divided We Fall e Chantal Akerman.
United We Stand Divided We Fall, retrospetiva comissariada pelo programador italiano Federico Rossin, apresenta-nos filmes de coletivos que surgiram entre os anos 60 e 80 e foca-se nos momentos em que a luta política e social obrigou à reinvenção do cinema e do autor. No que diz respeito a Chantal Akerman, o doclisboa juntou-se à Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, e apresenta uma retrospectiva integral da cineasta belga.
A programação completa será revelada em setembro.

