Neste momento, três documentários diferentes sobre Luigi Mangione estão em desenvolvimento. O vencedor de um Óscar Alex Gibney, o nomeado a um Emmy Stephen Robert Morse e empresário, apresentador e autor norte-americano, Dan Abrams lideram os três títulos.
Alex Gibney, conhecido pelos trabalhos como “The Inventor: Out for Blood in Silicon Valley” sobre a fundadora da Theranos, Elizabeth Holmes, vai desenvolver a questão da criação de assassinos, o seu reflexo na nossa sociedade e “os valores que colocamos em quem vive e quem morre“.
Stephen Robert Morse, produtor do documentário “Amanda Knox” na Netflix, explorará as diferentes perspectivas dos envolvidos tanto no assassinato quanto nas suas consequências, como as vítimas, as famílias e o próprio suspeito. Também dissecará as “complexidades morais” do assassinato e fornecerá um contexto histórico sobre a questão dos seguros de saúde privados nos Estados Unidos.
Por fim, Dan Abrams, levará a cabo um especial de uma hora no canal Investigation Discovery que aprofundará “as questões persistentes que envolvem a prisão de Mangione e explorará como um jovem com tanta riqueza e privilégios conseguiu – aparentemente – cometer um crime tão hediondo“, ao mesmo tempo em que tenta “explorar a psicologia por trás do suposto assassino“.
Mangione, de 26 anos, é suspeito de matar Brian Thompson na cidade de Nova Iorque, um assassinato que abalou tanto a América quanto o resto do mundo, pois os detalhes sobre a vida privada do suspeito — as suas raízes como membro de uma família proeminente em Baltimore, educação como graduado em tecnologia da Ivy League, problemas com dores prolongadas e constantes — vieram à tona.
A BBC noticia que o assassinato foi o resultado do descontentamento de Mangione com o que designou de companhias de seguro saúde “parasitárias”. Luigi foi preso a 9 de dezembro num McDonald’s em Altoona, Pensilvânia, supostamente tinha em sua posse uma arma, balas, várias identidades falsas, dinheiro e um suposto “manifesto”.

