
Na passada sexta-feira, 30 de janeiro, foram anunciados os três vencedores do Festival de Cinema de Roterdão. O júri atribuiu o principal prémio, o Tigre de Ouro, a The Project of the Century [crítica brevemente], de Carlos M Quintela, Vanishing Point [crítica brevemente], de Jakrawal Nilthamrong e Videophilia (and Other Viral Syndromes) [crítica brevemente], de Juan Daniel F Molero. Para além da respetiva estatueta, cada um dos premiados recebeu 15 mil euros.
Second Coming, de Debbie Tucker Green (Prémio Big Screen), Battles, de Isabelle Tollenaere (Prémio FIPRESCI), Key House Mirror, de Michael Noer (Prémio KNF), Poet on a Business Trip, de Ju Anqi (Prémio NETPAC) e Dark Horses, de James Napier Robertson (Prémio MovieZone e Prémio do Público) foram outros filmes distinguidos.
No que toca a curtas-metragens, os prémios couberam a Things, de Ben Rivers, La fièvre, de Safia Benhaim, e Greetings to the Ancestors, de Ben Russell.
O Festival de Cinema de Roterdão teve o seu início a a 21 de janeiro e encerrou no passado domingo (1 de fevereiro).

