Este é na realidade um telefilme melodramático típico do final dos anos 70, com a mesma estética e a mesma capacidade empática, encharcado de CGI atrapalhado e uma tentativa de unir eventos mundiais numa coerência narrativa forçada e cheio do medo de morte que deve perseguir Clint na sua idade. Poder-se-ia chamar “Clint tem medo de morrer” que faria, pelo menos, mais sentido. Tal como esses telefilmes, de certeza que irá agradar às nossas avós.
Não se assistia a um meltdown assim desde que Shirley McLane começou a enveredar pelos mesmos caminhos, esperemos que o público seja mais perdoador de Eastwood e que este ultrapasse rapidamente esta fase.
Duas horas da minha vida que não vou recuperar e a sensação da falta de um grande almoço e de um sofá onde me espreguiçar, como quando via os telefilmes ao fim-de-semana à tarde.
O Melhor: Matt Damon.
O Pior: O CGI e a forma pouco subtil de filmar o tema.
A Base: Este é na realidade um telefilme melodramático típico do final dos anos 70 e poder-se-ia chamar “Clint tem medo de morrer”, o que faria, pelo menos, mais sentido…3/10

