A história é muito simples. Um grupo de pequenos seres criados por um cientista, que são os únicos sobreviventes de uma guerra que opôs a humanidade às máquinas, e que se saldou pela extinção da raça humana. Este cientista foi o criador das máquinas de destruição a pedido de um regime, numa alusão clara aos nazis. No entanto, em busca de redenção, deu um pouco da sua alma ao seu último trabalho, os pequenos seres que liderados por 9 decidem lutar contra o domínio das máquinas.
A construção dos cenários é digna de uma nota alta, tudo é tão detalhado e cuidado, com enorme atenção aos volumes e texturas, que transforma “9” num verdadeiro espectáculo visual. No extremo oposto está a simplicidade da história e dos próprios personagens.
No campo de vozes Acker rodeou-se de nomes como Elijah Wood, John C. Reilly, Jennifer Connely, bem como dos veteranos Martin Landau e Christopher Plummer.
Uma proposta de animação diferente, mas que não deixa de ser adequada a toda a família, e que no final deixará todos com um sorriso nos lábios.
O pior: A história peca um pouco pela simplicidade.
| Uma proposta de animação diferente, mas que não deixa de ser adequada a toda a família, e que no final deixará todos com um sorriso nos lábios. 6/10 |
Carla Calheiros

