(Parte 1)
África do Sul: «Beauty», de Oliver Hermanus
Albânia: «The Forgiveness of Blood», de Joshua Marston (eliminado por não cumprir com as regras da Academia)
Escolha final: «Amnesty», de Bujar Alimani
Um homem, uma mulher na Albânia. Os seus parceiros estão detidos, ma sreformas no sistema penal permitem que eles visitem uma vez por mês os detidos e que tenham contacto sexual. É na prisão que estes dois visitantes se vão conhecer e apaixonar. Mas a «Amnistia» é consagrada no país e ambos os parceiros vão ser libertos…
Alemanha: «Pina», de Wim Wenders
Argentina: «Aballay, el hombre sin miedo», de Fernando Spiner
Áustria: “Breathing”, de Karl Markovics
Em «Atmen», que passou pelo Festival de Cannes em Maio passado, seguimos um jovem que estáa cumprir uma pena num centro de detenção juvenil. Com metade da sua sentença cumprida, ele pode ser solto brevemente, mas as chances de vingar no mundo são muito poucas: ele não tem família e parece ser incapaz de se integrar na sociedade. Resta-lhe então procurar um pouco mais sobre o seu passado enquanto procura a redenção pelo crime que cometeu.
http://www.youtube.com/watch?v=IHMjVQrg-DI
Bélgica: «Rundskop», de Michaël R. Roskam
Bósnia Herzegovina: «Belvedere», de Ahmed Imamović
Filme de Ahmed Imamović que acompanha o pós guerra dos Balcãs e as feridas que custam a sarar nos sobreviventes.
http://www.youtube.com/watch?v=5_R0C9bzYm0
Brasil: «Tropa de Elite 2», de José Padilha
Wagner Moura volta a ter o papel mais importante da sua carreira, como Capitão Nascimento, na sequela de Tropa de Elite, igualmente dirigido por José Padilha e vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim em 2008. Nascimento, agora dez anos mais velho, progride na carreira: passa a ser comandante geral do BOPE, e posteriormente Sub-Secretário dos Serviços Secretos. Nas suas novas funções, o Capitão Nascimento faz o BOPE crescer e coloca o tráfico de drogas de joelhos, mas não percebe que ao fazê-lo, está a ajudar os seus verdadeiros inimigos: colegas e políticos corruptos. Agora, os inimigos de Nascimento são mais discretos e muito mais perigosos…
http://www.youtube.com/watch?v=gsZP9ZX3fsI
Bulgária: «Tilt», de Viktor Chouchkov
Obra sobre um amor jovem que terá de sobreviver a tempos de confusão e caos na transição do regime comunista para o sistema democrático.
Canadá: «Monsieur Lazhar», de Philippe Falardeau
Obra de Philippe Falardeau que foi recentemente premiada no Festival de Toronto e que conta com a produção dos mesmos responsáveis por «Incendies» (nomeado no ano passado). No filme seguimos um imigrante argelino que procura asilo político no Canadá. Quando surge a oportunidade de ir dar aulas numa escola primária ele aproveita, focando-se o filme na relação que ele vai ter com duas crianças; o rapaz que encontrou morto o docente que o argelino veio substituir e uma menina cujo ressentimento para com o seu amigo trás revelações nunca imaginadas.
http://www.youtube.com/watch?v=GTPsiFpNWb0
Cazaquistão: «Return to A», de Egor Mikhalkov-Konchalovsky
Primeiro filme do Cazaquistão em 3D, nesta obra seguimos um grupo de jovens criativos e trabalhadores da televisão russa e do cinema cazaque que partem da capital do país para realizar um documentário sobre Alexandre o Grande e que encontram como guia um antigo soldado com razões muito próprias para regressar ao Afeganistão.
Chile: «Violeta», de Andres Wood
Escolha surpreendente pois «Post Mortem», de Pablo Larrain, e «Ulysses», de Oscar Godoy, estavam muito bem cotados para essa selecção. «Violeta» é uma cinebiografia sobre a cantora, poeta, activista e pintora Violeta Parra.
http://www.youtube.com/watch?v=na4T1Z9STO0
China: «The Flowers of Love», de Yimou Zhang
«The Flowers of War» tem como particularidade o facto de ser uma gigantesca produção de Yimou Zhang (“Hero”) que é protagonizada por Christian Bale (The Fighter). Com um orçamento de 90 milhões de dólares, o filme – baseado num conto (“13 Prostitutes of Jinling”) do escritor chinês Yan Geling – acompanha o massacre perpetrado por as tropas japonesas, que assassinaram milhares de pessoas quando invadiram a capital da China em 1937. Bale desempenha o papel de John, um padre que conseguiu salvar um grande número de chineses da morte certa.
Colômbia: «The Colors of the Mountain»,de Carlos César Arbeláez
Projecto de Carlos César Arbeláez que acompanha um grupo de crianças que começa a entender o conflito armado no seu país quando a bola de futebol com que jogam vai parar a um campo de minas. Com a guerra perto da sua vila, tanto eles como os pais, apesar de não desejarem, terão de tomar partido.
http://www.youtube.com/watch?v=iTlLpaD0Axs
Coreia do Sul: “The Front Line”, de Jang Hun
«The Front Line» segue uma temática comum no cinema sul-coreano: a guerra entre o norte e o sul. Desta vez estamos em 1951 e é declarado o cessar fogo. Porém, os dois exércitos decidem lutar uma ultima batalha de maneira a conquistar uma localidade estratégica que marcaria as fronteiras definidas entre os dois.
http://www.youtube.com/watch?v=BWVWtk2_MTk
Croácia: «72 Days», de Danilo Serbedzija
Nesta comédia rural, que passou pelo último Festroia, acompanhamos uma família que vive à conta da pensão americana do Avô Djuradj que é paga à sua viúva Nedja. Assim, Nedja e é a única fonte de rendimento da família Paripovic. Quando esta falece, e a subsistência do grupo é ameaçada, o “cabeça” da família inventa um plano inteligente para resolver a situação.
Cuba: «Habanastation», de Ian Padrón
Obra de Ian Padrón que saiu premiada do Festival Traverse City, em Michigan (festival fundado por Michael Moore).
Na obra seguimos dois colegas da escola que pertencem a meios sócio-economicos muito diferentes mas que criam uma amizade devido ao seu entusiasmo por videojogos.

