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Morreu André Laban, cineasta e parceiro das aventuras de Jacques Cousteau

As suas imagens percorreram o mundo, as suas invenções revolucionaram as filmagens subaquáticas. André Laban, que trabalhou com Jacques Cousteau no famoso Calypso, faleceu a poucos dias de fazer 90 anos. Foi o seu filho, Jean Brun, quem fez o anúncio à AFP.

Nascido a 19 de outubro de 1928, Laban começou a sua colaboração com Cousteau em 1952, quando embarcou no Calypso como engenheiro, projetando e adaptando "a primeira câmara de 35mm" equipada com uma caixa resistente à pressão e com proteção à luz que permitiria as filmagens de O Mundo do Silêncio, dirigido por Louis Malle. O filme recebeu em 1956 a Palma de Ouro em Cannes, bem como o Oscar de melhor documentário.

No início dos anos 1970, ele rompe com Cousteau por razões financeiras, começando uma nova viagem cinemática, onde imagens, música e efeitos sonoros se aprimoram numa experiência com mais humor. Em 1996, com Iris e Oniris, ganha a Palma de Ouro no Festival Mundial de Imagem Subaquática, e também dá nas vistas com o documentário Neptunia (2007).

André Laban também inventou a pintura subaquática em 1966, começando a pintar entre 15 e 25 metros de profundidade, criando obras todas em tons de azul. Foi essa paixão pela pintura que prosseguiu nos últimos anos.

 



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