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Morreu John Gavin, o ator de «Psycho» que deixou o Cinema para ser embaixador

Morreu John Gavin, ator de filmes como Psycho, Imitation of Life e Spartacus, que trocou a interpretação por uma das suas paixões mais antigas, a diplomacia. Faleceu na manhã de sexta-feira, dia 9 de fevereiro, em Beverly Hills, na Califórnia. Tinha 86 anos.

Nascido a 8 de abril de 1931, John Anthony Golenor era de uma família de respeitada herança latina. Em 1956 estreou-se no cinema no western de John Sherwood, Raw Edge (Esta é Mulher é Minha). Foram precisos dois anos para chegar ao protagonismo, tal aconteceu com A Time to Love and a Time to Die (Tempo para Amar e Tempo para Morrer), de Douglas Sirk, como qual voltaria a trabalhar em Imitation of Life (Imitação de Vida, 1959).

Encarado diversas vezes como o próximo Rock Hudson, o ator que dominava o box-office da altura. Psycho, de Alfred Hitchcock, tornou-se numa das suas maiores conquistas, que juntamente com Spartacus, de Stanley Kubrick, o colocaram na lista dos atores mais cobiçados de Hollywood dos anos 60. Recusaria ser James Bond em Diamonds are Forever (007-Os Diamantes São Eternos), papel que seria repetido por Sean Connery, em 1971.

Em 1961, no auge da sua carreira, é nomeado para conselheiro especial do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, cargo que ocupou até 1973. Efetuou diversos trabalhos para o Departamento de Estado e o Gabinete Executivo do Presidente. De 1966 a 1973, manteve-se no conselho da Guilda dos Atores, tendo presido a mesma instituição entre 1971 e 1973.

Já entre 1981 e 1986, tornou-se no embaixador norte-americano da presidência de Ronald Reagan no México. Para Gavin, estes cargos eram uma espécie de sonhos cumpridos; “Lei, América Latina e diplomacia eram os seus primeiros interesses”.



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