O diário de Alan Rickman chega às livrarias em 2022

(Fotos: Divulgação)

O ator Alan Rickman, falecido em 2016 aos 69 anos, com cancro, escreveu ao longo de 25 anos um diário, composto por 27 volumes, que vai agora ser adaptado a um livro, a ser lançado no outono de 2022.

A notícia chega através do The Guardian, que adianta que livro chega através da esposa de Rickman, Rima Horton, e que será publicado pela editora Canongate.

Rickman começou a escrever os diários à mão no início da década de 1990, com a intenção de que um dia fossem publicados. Nessa altura, o ator já havia construído uma reputação na Royal Shakespeare Company e no cinema.

Nascido em 1946, em Hammersmith (Londres), Alan Sidney Patrick Rickman teve uma longa carreira no teatro, na TV e no cinema, tornando-se famoso por papéis com o do Professor Severus Snape na saga Harry Potter, ou o vilão Hans Gruber no primeiro filme da saga Die Hard”, ou ainda o Xerife de Nottingham em Robin Hood: Príncipe dos Ladrões (1991).

 “Die Hard” (1988) foi mesmo o seu primeiro papel no cinema, isto depois de ter participado em inúmeros telefilmes e séries televisivas como “Thérèse Raquin”  (1980) e “The Barchester Chronicles” (1982).

Entre outros filmes que participou, destaque para “Um Fantasma do Coração” (1990), “Sensibilidade e Bom Senso” (1995), “Michael Collins” (1996), “Heróis Fora de Órbita” (1999), “O Amor Acontece” (2003), “O Perfume – História de um Assassino” (2006), “Sweeney Todd: O Terrível Barbeiro de Fleet Street” (2007), “Ladrões com Estilo” (2012) e “A Promessa” (2013). Um dos últimos trabalhos que teve no cinema foi mais uma vez emprestar a sua voz a uma personagem da sequela de “Alice no País das Maravilhas“.

Como realizador, Rickman estreou-se em 1997 com “O Convidado” (1997), um filme protagonizado por Emma Thompson, atriz com a qual contracenou em vários filmes. Em 2014 voltou a sentar-se na cadeira de realizador em “Nos Jardins do Rei“.

Estou muito feliz que Canongate publique os diários de Alan, e não poderia desejar um editor melhor do que o Alan Taylor”, disse Rima Horton. “Os diários revelam não apenas Alan Rickman o ator, mas o verdadeiro Alan – o seu senso de humor, a sua observação afiada, a sua habilidade e a sua devoção às artes ”.

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