“On Becoming a Guinea Fowl” e “Hanami”: os vencedores do IndieLisboa

(Fotos: Divulgação)

O filme “On Becoming a Guinea Fowl“, da galesa-zambiana Rungano Nyoni, arrecadou o Grande Prémio de Longa-Metragem Cidade de Lisboa no IndieLisboa. O filme, sobre traumas do passado que finalmente vêm ao de cima quando uma família se prepara para o funeral de um tio, foi sublinhado pelo júri, composto por Lyse Ishimwe Nsengiyumva, Marta Simões e Daniel Jonas, pela “narrativa corajosa e cinematografia impressionante“. “A hábil realizadora mostra-nos um mundo de relações familiares complicadas e tradições enraizadas, passando de uma narrativa culturalmente específica para temas universais de uma forma elegante e original.”, disse o júri.

Já o Prémio Especial do Júri Canais TVCine coube a “Vitrival – The Most Beautiful Village in the World“, da dupla belga Noëlle Bastin e Baptiste Bogaert, enquanto o Prémio MAX para Melhor Longa-Metragem Portuguesa foi para “Hanami“, de Denise Fernandes. O Prémio Melhor Realização para Longa-Metragem consagrou “Duas Vezes João Liberada“, de Paula Tomás Marques, enquanto, nas curtas, o Grande Prémio de Curta-Metragem EMEL foi atribuído a “Their Eyes“. “Servicio necrológico para usted“, da cubana María Salafranca, e “The Building and Burning of a Refugee Camp“, do irlandês Dennis Harvey, venceram o Prémio Especial de Júri. Ainda nas curtas, em termos nacionais, a vitória coube a “Antígona ou a História de Sara Benoliel“, de Francisco Mira Godinho. O Prémio Novo Talento McFly foi atribuído a “La Durmiente“, de Maria Inês Gonçalves, enquanto – na Novíssimos – a distinção coube a “Em Reparação“, de Beatriz Machado Oliveira.

Finalmente, o Prémio Honda Silvestre para Melhor Longa-Metragem (1500 euros) foi dividido por “Ariel“, de Lois Patiño, elittle boy“, de James Benning; o Prémio Silvestre Escola das Artes para Melhor Curta-Metragem coube a “Razeh-del“, de Maryam Takafori; o Prémio IndieMusic foi para “Orlando Pantera“, filme de Catarina Alves Costa; o Prémio Amnistia Internacional foi para” On Becoming a Guinea Fowl“, de Rungano Nyoni; o Prémio MUTIM (250 euros) distinguiu “Amanhã Não Dão Chuva“, de Maria Trigo Teixeira; o Prémio Escolas para Melhor Curta-Metragem optou por consagrar “Antígona ou a História de Sara Benoliel“; e o Prémio Universidades para Melhor Longa-Metragem Portuguesa distinguiu “Deuses de Pedra“, de Iván Castiñeiras Gallego.

O IndieLisboa decorreu de 1 a 11 maio.

Link curto do artigo: https://c7nema.net/bh5h

Últimas