O Family Film Project – Festival Internacional de Cinema de Arquivo, Memória e Etnografia vai regressar ao Porto entre 12 e 17 de outubro para uma 15.ª edição com Alan Berliner em foco.
Numa programação que cruza cinema, performance, exposições, videoinstalações, masterclasses e oficinas, o foco dedicado ao cineasta norte-americano distribui-se por sete sessões, com a exibição de títulos como The Family Album (1986), Intimate Stranger (1991), Nobody’s Business (1996), Wide Awake (2006), First Cousin Once Removed (2012) e o mais recente BENITA (2025), além de uma sessão de curtas-metragens. Berliner vai visitar o Porto para dar uma masterclass, intitulada Think Like a Filmmaker, conversar com Efrén Cuevas e inaugurar a videoinstalação Translucence.
Entre os restantes convidados do certame estão Susana de Sousa Dias, que apresenta Fordlandia Malaise (2019) e orienta uma masterclass; Alisa Lebow, com Treyf (1998) e a masterclass Diálogos no Tempo: Um Relato na Primeira Pessoa; e o investigador Efrén Cuevas, que irá abordar as práticas contemporâneas de apropriação de filmes domésticos.
Ao todo, são 27 filmes de 17 países, distribuídos por dez sessões na competição internacional. Mantêm-se ainda as áreas Vidas e Lugares, Memória e Arquivo e Ligações. A elas juntam-se uma sessão de Ficção & Animação e a nova secção Fotografia em Movimento.
Fora das salas, o Private Collection regressa à Casa Comum com Antes do Fogo, de Tânia Dinis, Shadow Control, de Agnieszka Janasik e Artur Janasik, e Dusty Blues, Flashes of White, de Rossana Mendes Fonseca e Diogo Alves Pinto. O programa expositivo inclui ainda trabalhos de Peter Freund e Clara Cápua.
O Batalha Centro de Cinema concentra as sessões de cinema e as masterclasses, enquanto a restante programação passa pela Casa Comum, Rampa, Instituto, Aro Estúdio e Passos Manuel.

