Depois de ter aberto a competição Big Screen em 2021, com “Lone Wolf”, o cineasta neozelandês Jonathan Ogilvie retorna ao Festival de Cinema de Roterdão (IFFR) com “Head South”, uma comédia coming-of-age passada numa pequena cidade, onde um estudante se apaixona desesperadamente por todas as coisas pós-punk em 1979. Semiautobiográfico, o filme vai abrir o certame a 25 de janeiro de 2024, iniciando 11 dias de um evento que termina a 4 de fevereiro.
“Com Head South, Jonathan Ogilvie retorna ao festival com uma história imprevisível de amadurecimento que encanta com o seu tom mutável. A estranheza e a nostalgia tornam-se sóbrias e pensativas, apenas para se tornarem exuberantes e depois outra coisa, num tributo adequado à subcultura pós-punk. Ogilvie é o tipo de cineasta que valorizamos no IFFR: aqueles para quem a arte é, acima de tudo, uma aventura de descoberta.”, disse Vanja Kaludjercic, diretora do IFFR.
O festival anunciou ainda a exibição de outros filmes, como “Mário”, do cineasta norte-americano Billy Woodberry. Também em estreia mundial e inserido na secção Harbour, este é um documentário biográfico do escritor angolano e líder nacionalista Mário de Andrade, central nas lutas pela independência pan-africana. Também na Harbour vamos encontrar “So Unreal”, de Amanda Kramer, e “Elegies”, de Ann Hu. Na secção Bright Future, vamos encontrar a animação distópica de ficção científica “Schirkoa: In Lies We Trust”.
Finalmente, o IFFR 2024 vai exibir, em estreia europeia, “Voy! Voy! Voy!”, do egípcio Omar Hilal.

