
A bem dizer, “Molly” é um filme de terror que se pode definir em piloto automático. Para além de usar todos os tiques dos filmes do género dos últimos 20 anos, usa-os de forma tão dejá vu que não deve haver um único momento neste filme que possamos dizer: “isto é novo”.
Molly é uma jovem cuja mãe a tentou matar e que tenta, agora, numa nova cidade, recomeçar uma vida diferente com o pai. Porém, a jovem é fustigada por alucinações visuais e auditivas, quer esteja em casa ou na escola. O que a atormenta?
Pelo meio surge o típico romance de liceu, a inveja das meninas populares e o apoio da geek religiosa e da outsider do grupo.
E com isto podemos dizer que não há nada de novo nesta obra, tão pobre, tão pobre, que o seu destino devia mesmo ter sido o mercado de DVD.
É como se Rosemary’s baby tivesse o casting, argumento e elenco de “Morangos com Açúcar”, em versão liceu americano. Tão patético como dispensável.
O Pior: Nem como “Guilty Pleasure” o filme funciona
| A Base |
| Para todos os que acham vozes a sussurrar, narizes a sangrar” e pessoas ou animais que aparecem de rompante perante a personagem principal, momentos assustadores, “The Haunting of Molly Hartley” é aterrorizante. Todos os outros, como eu, vão achar esta obra cinematográfica um dos objectos mais redundantes, desinteressantes e patéticos dos últimos tempos 1/10 |

