“Push” por Jorge Pereira

(Fotos: Divulgação)

Num mundo já sobrepopulado de humanos banais, mutantes, “heróis”, “4400” seres especiais, guardiães da noite e do dia, vampiros e lobisomens camuflados, e outras “aves raras”, o princípio de “Push”, onde há “Watchers” e “Pushers”, é tremendamente redundante e apenas triunfa pelo hype que este género de histórias está a ter nos nossos tempos.
Aqui seguimos, mais uma vez, pessoas diferentes, controladas nas sombras por organizações obscuras que tentam delimitar os seus poderes, agindo como agências que nos protegem de gente mais poderosa.

“Push”, realizado por Paul McGuigan (“Lucky Number Slevin”), é, assim, mais uma obra estilizada no universo de mutantes cheios de estilo, que fazem o jogo do gato e do rato porque lá apareceu uma espécie de “chosen one” que fará tender a balança para um dos lados.

Tudo já visto, revisto e como tal perfeitamente redundante.

De qualquer maneira, o estilo de realização à la Hong Kong e o visual “graphic novel” dão a esta obra alguma identidade própria, insuficiente, porém, para sair da perfeita mediocridade da história e mesmo das interpretações – onde se salva Dakota Fanning…

Dispensável…

O Melhor: O estilo de realização à la Hong Kong dá dinâmica onde ela não existe

O Pior: Temática batida e rebatida. Neste caso sem qualquer tipo de novidade relevante

A Base
O estilo de realização à la Hong Kong e o visual “graphic novel” dão a esta obra alguma identidade própria, insuficiente, porém, para sair da perfeita mediocridade da narrativa….3/10

 

Jorge Pereira

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