“Push”, realizado por Paul McGuigan (“Lucky Number Slevin”), é, assim, mais uma obra estilizada no universo de mutantes cheios de estilo, que fazem o jogo do gato e do rato porque lá apareceu uma espécie de “chosen one” que fará tender a balança para um dos lados.
Tudo já visto, revisto e como tal perfeitamente redundante.
De qualquer maneira, o estilo de realização à la Hong Kong e o visual “graphic novel” dão a esta obra alguma identidade própria, insuficiente, porém, para sair da perfeita mediocridade da história e mesmo das interpretações – onde se salva Dakota Fanning…
Dispensável…
O Melhor: O estilo de realização à la Hong Kong dá dinâmica onde ela não existe
O Pior: Temática batida e rebatida. Neste caso sem qualquer tipo de novidade relevante
| A Base |
| O estilo de realização à la Hong Kong e o visual “graphic novel” dão a esta obra alguma identidade própria, insuficiente, porém, para sair da perfeita mediocridade da narrativa….3/10 |

