
O problema é que “Outlander” não é de todo um bom filme de acção, nem tem o poder de assustar e muito menos de fazer rir.
No fundo, isto é um daqueles filmes de série B que se estiver a dar na TV o mal não vem ao mundo se o virmos. Mas realmente, não merece uma recomendação.
E nem Jim Caviezel ou John Hurt conseguem salvar “Outlander” da mediocridade dos diálogos – com momentos risíveis, especialmente quando o filme começa a debitar toda a mitologia escandinava, quer através do nome das personagens como das súplicas.
Depois temos um monstro muito cheesy, do tamanho de 4/5 ursos, que parcialmente voa, que tem luz, mas que ninguém consegue ver quando ataca uma aldeia. Enfim… há limites, mesmo nos filmes B.
Finalmente, e como estocada final, temos a previsibilidade de tudo e cenas de acção longe de nos prender. Até a potencial temática metafórica do colonialismo e racismo é rebatida porque no fundo estamos a falar de uma besta alienígena – como é tratado derradeiramente.
Eu por mim, Moorwhen tinha ganho…
O Melhor – Gore. Muito gore para os fãs
O Pior – A previsibilidade do argumento
| A Base |
| No fundo, isto é um daqueles filmes de série B que se estiver a dar na TV o mal não vem ao mundo se o virmos. Mas realmente, não merece uma recomendação.…. 4/10 |

