Circulo da Crítica de Nova Iorque escolhe «The Artist» como o melhor filme do ano

(Fotos: Divulgação)

 Pela primeira vez na sua história, o Circulo da Crítica de Nova Iorque (fundado em 1935)  escolheu como Melhor Filme do ano uma obra muda e a preto e branco. O escolhido? Naturalmente «The Artist», um filme francês de Michel Hazanavicius – que também foi considerado o Melhor Realizador.
 
No que toca aos actores, começam a se acertar algumas tendências, nomeadamente na categoria de Melhor Actriz, onde Meryl Streep venceu pelo seu papel de Margaret Thatcher em «The Iron Lady». No campo masculino, o prémio foi para Brad Pitt pela sua performance em «Moneyball» e «The Tree of Life». (A Árvore da Vida).
 
Também pela sua prestação em « A Árvore da Vida», para além de participações importantes em «As Serviçais» e «Take Shelter», a actriz Jessica Chastain foi considerada a melhor actriz secundária. No lado masculino, a escolha recaiu em Albert Brooks, pelo seu papel em «Drive».
 
Em outros prémios, uma nota para; «Cave of Forgotten Dreams», de Werner Herzog, que foi escolhido como o Melhor Filme não ficcional; «Margin Call», de J.C. Chandor, como Melhor Filme de um realizador em estreias; e «A Separation», como Melhor Filme Estrangeiro. Realce ainda para a vitória de Emmanuel Lubezki pela melhor cinematografia em «A Árvore da Vida» e para o troféu póstumo para o falecido cineasta chileno Rául Ruiz, realizador da aclamada obra «Mistérios de Lisboa».
 
A sessão de entrega dos prémios irá ocorrer a 9 de Janeiro em Manhattan.
 
Jorge Pereira 

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