O drama segue a manifestação pacífica na Convenção Nacional Democrata de 1968 em Chicago, que denunciou o envolvimento americano na Guerra do Vietname, que foi travada com recurso a força e violência por parte do Departamento de Polícia e da Guarda Nacional de Chicago.
O julgamento deste processo durou seis meses, enquanto o governo de Nixon lançou acusações contra os manifestantes, descrevendo-os como criminosos determinados a cruzar as fronteiras do estado para incitar motins. O juiz – abertamente tendencioso – não permitiu que o júri ouvisse a opinião do procurador-geral Ramsey Clark de que a polícia era a culpada pela violência.
Apesar da história ser verídica e séria, a comédia também estará presente no filme, disse Sorkin numa entrevista à Vanity Fair, embora a gravidade da história ainda seja seu foco principal: “No nosso filme, usamos o humor para enganá-lo por um segundo antes de lhe dar um soco no estômago”.
“The Trial of the Chicago 7” é estrelado por Eddie Redmayne, Sacha Baron Cohen, Yahya Abdul-Mateen II, Alex Sharp, Joseph Gordon-Levitt, Jeremy Strong, Frank Langella e John Carroll Lynch.
A estreia está marcada para 16 de outubro, antes das eleições de 2020, devido às suas semelhanças com o ambiente politicamente polarizado e os protestos de hoje. As comparações com os anos finais dos anos 60 são profundas, com o presidente Donald Trump até mesmo adotando a retórica de “lei e ordem” do passado de Nixon para a sua campanha de reeleição.
As filmagens decorreram antes que a pandemia COVID-19 interrompesse a produção de maioria dos filmes e séries.











