Com o fim do contrato com a Universal, relativamente aos direitos de adaptação cinematográfica da saga Jason Bourne, a WME está a negociar com outros estúdios e plataformas de streaming, incluindo a Skydance, a Apple e a Netflix, uma “nova casa” para a franquia
Propriedade da empresa que gere o espólio do falecido autor Robert Ludlum, a saga Bourne até pode voltar novamente à Universal caso o estúdio apresente uma boa proposta financeira.
Jason Bourne surgiu da mente do romancista Ludlum, que publicou “A Identidade Bourne“, em 1980. A adaptação livre dos romances de Robert Ludlum ao cinema começou em 2002 e foi um grande sucesso, arrecadando 214 milhões de dólares. Doug Liman cedeu então a realização a Paul Greengrass, que assumiu “The Bourne Supremacy” e “The Bourne Ultimatum”, ambos bem sucedidos. A Universal estendeu a franquia com Jeremy Renner a interpretar uma personagem diferente em “The Bourne Legacy“, de 2012. A franquia regressou alguns anos depois, novamente com Matt Damon no protagonismo, em “Jason Bourne” (2016), arrecadando 415 milhões de dólares a nível global.
Nos últimos anos, a Universal pensou em trazer Bourne de volta, com o realizador de “Conclave“, Edward Berger, contratado no final de 2023 para desenvolver uma nova abordagem. O projeto não se concretizou com a rapidez suficiente para que a Universal mantivesse a franquia no seu catálogo.

