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Helen Mirren considera "devastadora" a decisão da Netflix em relação a Cannes

Como se sabe, a Netflix não terá qualquer filme presente este ano em Cannes, uma consequência da decisão do Festival em proíbir qualquer obra sem distribuição cinematográfica em França das secções competitivas.

Para a Helen Mirren, tal decisão da empresa de streaming é “devastadora” para qualquer cineasta. Numa entrevista ao site I News, a atriz de Winchester (em cartaz) revelou a sua posição em relação a este confronto. Mesmo admitindo que gosta de assistir filmes no seu IPad, Mirren encontra-se do lado de Cannes, referindo que é "devastador para pessoas como o meu marido [Taylor Hackford], realizadores, porque querem que os seus filmes sejam exibidos numa sala de cinema para um grupo de pessoas. É algo comum".

Esta decisão da Netflix - em não aceitar a presença dos seus filmes no Festival apenas "fora de competição" - afetou a possibilidade de obras de cineastas como Alfonso Cuarón (Roma), Jeremy Saulnier (Hold the Dark), Paul Greengrass (Norway) e dois projetos em torno de Orson Welles: o documentário de Morgan Neville, They'll Love Me When I'm Dead, e The Other Side of the Wind, projeto inacabado do cineasta agora terminado, de integrar a Seleção do Festival de Cannes.



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