Situada na fictícia cidade deserta de “Asteroid City” a história decorre em 1955 e gira em torno da Junior Stargazers Convention, na qual jovens astrónomos observam o céu. Um viúvo (um regular nos filmes de Anderson, Jason Schwartzman) fica preso na cidade com os seus filhos enquanto o seu carro avaria e fica preso com um bando de outros excêntricos perfeitamente “andersonianos” quando as fronteiras da cidade são fechadas após um possível encontro imediato.
Juntando-se a Schwartzman estão outros repetentes favoritos de Wes: Scarlett Johansson, Bryan Cranston, Tilda Swinton, Edward Norton, Adrien Brody, Rupert Friend, Willem Dafoe, Tony Revolori, Jeff Goldblum, Fisher Stevens e Jarvis Cocker, ao lado dos colaboradores estreantes, incluindo Tom Hanks, Hope Davis, Maya Hawke, Rita Wilson, Margot Robbie, Matt Dillon, Hong Chau e Steve Carell (que substituiu Bill Murray quando apanhou COVID-19).
A amostra é tudo aquilo que se espera de um filme de Wes Anderson – cenas perfeitamente compostas e geométricas, diálogos estranhos e a artificialidade de um cenário de faroeste (mas também aparentemente filmado no deserto real) e o humor peculiar do cineasta.
Existe a hipótese de “Asteroid City” ser o primeiro de dois filmes de Anderson a serem lançados em 2023 pois o realizador também está a trabalhar numa adaptação de “The Wonderful Story of Henry Sugar”, estrelado por Benedict Cumberbatch, Ralph Fiennes, Dev Patel e Ben Kingsley, que também pode chegar ainda este ano à Netflix.
Espera-se que “Asteroid City” estreie no Festival de Cinema de Cannes deste ano – em maio – e tenha um lançamento limitado a 16 de junho antes de estrear oficialmente, a 23 de junho.







