Sete anos depois de assinar o argumento de “Carol”, Phyllis Nagy regressa ao cinema na cadeira de realização com “Call Jane”, que também escreveu, contando com Elizabeth Banks no protagonismo.

No filme, que foi exibido no Festival de Sundance e Berlim, vamos até aos conservadores anos 60, nos EUA, e ao surgimento das “rebeldias hippies”, das ideias feministas e da luta pelos direitos civis, para nos contar a história de Joy, uma mulher que engravida mas cujo feto põe em risco a sua vida. Decidida a abortar, para – digamos – evitar qualquer hipótese de morrer, Joy vê a sua pretensão impedida pelo conselho diretivo do hospital, o qual se baseia no espírito da época que compreendia o aborto, em qualquer circunstância, como um homicídio.

Sigourney Weaver, Chris Messina, Kate Mara e Wunmi Mosaku fazem também parte do elenco.