Border: na fronteira do monstruoso

Depois de Shelley (que por cá passou unicamente no Festival MOTELx), adivinhar-se-ia que Ali Abbasi direcionasse ao preenchimento de uma lacuna no terror sueco, mas é com Border (Gräns) que prestamos atenção a uma outra tendência, o uso do fantasioso como matérias térreas da nossa sociedade. Diríamos que em tal território, ergue-se na nossa mente … Continue a ler Border: na fronteira do monstruoso