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Morte de Bill Paxton pode acabar nos tribunais

A família de Bill Paxton vai processar judicialmente o Centro Médico Cedars-Sinai, perto de Los Angeles, por negligência na morte do ator, alegando que o médico que analisou a situação do paciente recomendou uma cirurgia não convencional sem explicar todos os riscos.

O ator conhecido por filmes como Titanic, Aliens e O Plano não sobreviveu a um acidente vascular cerebral em fevereiro de 2017, isto após uma cirurgia cardíaca. 

Segundo o The Hollywood Reporter, de acordo com a denúncia apresentada sexta-feira no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles, o Cedars-Sinai e o Dr. Ali Khoynezhad falsificaram os riscos da cirurgia e não revelaram que este procedimento não seria convencional e que estava para "além das capacidades", da experiência e dos privilégios do médico em causa.

O processo refere ainda que Paxton sofreu graves complicações durante e após a cirurgia, e que o médico tinha abandonado a sala de operações. O hospital foi também imprudente - segundo a queixa - ao permitir que Khoynezhad realizasse um procedimento cirúrgico desnecessário e "aventureiro", e que posteriormente  não disciplinou o médico após a morte do ator.

Nascido a 17 de maio de 1955 em Fort Worth, no Texas, Paxton mudou-se para Los Angeles, Califórnia, aos 18 anos, onde encontrou trabalho na indústria cinematográfica como figurinista para a New World Pictures de Roger Corman. Nos seus primeiros trabalhos no cinema encontram-se presenças em filmes como Recrutas da Pesada, O Protegido do Mal e O Exterminador Implacável

Tombstone, True Lies, Aliens, Tornado, Apollo 13, A Mão do Diabo e Predador 2 foram alguns dos filmes em que participou ao longo da sua carreira, sendo ainda de destacar a sua participação na TV em Agentes S.H.I.E.L.D. da Marvel, Training Day e Big Love, série que lhe valeu três nomeações aos Globos de Ouro. 

 



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