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Mira Sorvino também se arrepende de trabalhar com Woody Allen

Mira Sorvino é a mais recente atriz a expressar arrependimento por ter trabalhado com Woody Allen em Mighty Aphrodite (Poderosa Afrodite), filme que lhe valeu mesmo o Oscar de melhor atriz secundária em 1996.

Numa carta emocional escrita especificamente para Dylan Farrow [publicada no HuffPost] - a filha adotiva de Allen com Mia Farrow, que afirmou que foi abusada sexualmente pelo realizador quando tinha sete anos de idade -, Sorvino diz que na época em que trabalhou com o realizador era uma jovem atriz ingénua que decidiu "fechar os olhos" porque não queria que as alegações fossem verdadeiras: "É difícil separar e denunciar os seus heróis, os seus benfeitores, a quem você admite com carinho sentir uma dívida de gratidão em relação a toda a sua carreira", escreve Sorvino, pedindo ainda desculpa a Farrow por só agora conseguir assumir o seu erro.

Sorvino esteve no epicentro do movimento de assédio anti-sexual #MeToo, logo após a denuncia dos abusos que sofreu por parte de Harvey Weinstein. A atriz junta-se assim a Greta Gerwig, Ellen Page, Griffin Newman e David Krumholtz, atores que manifestaram publicamente o seu arrependimento em trabalhar com o cineasta nova-iorquino, atualmente com 82 anos.



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