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Playboy admite erros em entrevista a Ennio Morricone

Depois de Ennio Morricone ter negado que concedeu uma entrevista à revista Playboy da Alemanha, na qual foi citado pela imprensa internacional a dizer que Quentin Tarantino era um "cretino", a revista germânica veio ontem a público defender o seu artigo, adiantando que a entrevista tinha ocorrido em Roma a 30 de junho deste ano. Porém, hoje, a publicação admitiu em comunicado que o artigo tinha "reproduzido incorretamente" algumas das citações atribuídas ao lendário compositor italiano.

Não especificando quais as citações que estavam incorretas, a Playboy responsabiliza um jornalista pelo caso. "Até agora, sempre consideramos o freelancer [Marcel Anders] que conduziu a entrevista com Ennio Morricone, em nosso nome, um renomado jornalista de rádio e imprensa", disse o chefe de edição da Playboy germânica Florian Boitin, acrescentando: "No passado, não tivemos motivos para duvidar da sua integridade e capacidade jornalística. Com base nas informações que temos agora à nossa disposição, infelizmente devemos supor que as palavras ditas na entrevista foram, em parte, reproduzidas incorretamente. Gostaríamos de expressar o nosso pesar pelo facto de o Sr. Morricone ter sido retratado sob uma falsa luz. Estamos a trabalhar para esclarecer este assunto e vamos explorar medidas legais. "
 
Recorde-se que no domingo, Morricone afirmou que não só não tinha dado nenhuma entrevista à revista, como nunca tinha dito que Quentin Tarantino era um "cretino" e que os seus filmes eram "lixo". Morricone frisou ainda que as observações da revista foram uma invenção, lembrando que numa conferência de imprensa em Londres tiinha afirmado que considera Tarantino um dos maiores realizadores dos nossos tempos.

 



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