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Desvendado o mistério dos cartazes que acusam Meryl Streep de saber dos abusos de Harvey Weinstein

Um artista gráfico de direita reivindicou a responsabilidade pelos cartazes em Los Angeles contra Meryl Streep, por esta alegadamente saber sobre a história de Harvey Weinstein e dos casos de assédio e abuso sexual. Sabo, um ex-marine dos EUA disse ao The Guardian na quarta-feira que criou os cartazes como vingança pelas críticas da atriz a Donald Trump. 

Considerado uma versão "alt-right" (direita alternativa) de Banksy, o autor diz que os republicanos são os novos punks e reconhece que não tem a certeza absoluta se Streep, de facto, tinha conhecimento dos casos de abuso sexual de Harvey Weinstein: «Eu não estava com ela. Não posso dizer a 100%. Mas diria que qualquer pessoa na indústria (do cinema) tinha uma boa ideia do que se passava. Acho que ela sabia. Talvez ela fornecesse a Weinstein a 'carne fresca' ».

Esta campanha de propaganda encerra uma semana complicada para Streep, que já tinha sido atacada por Rose McGowan pelo "silêncio" e "hipocrisia". A vencedora de três Oscars respondeu às acusações, afirmando num comunicado que desconhecia por completo os casos de assédio e abuso sexual por parte de Weinstein, e acrescentando que este último certificou-se de que ela não saberia: «Aparentemente, ele contratou ex operacionais da Mossad para proteger essa informação de se tornar pública».



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