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Curtas Vila do Conde: «La Persistente»

O próprio cenário destas filmagens, nos Pirinéus, serve logo de sobreaviso para o pequeno conto de uma estranho que chega a uma pequena localidade e é atacado e roubado pelos locais. Aos toques de Carpenter, Camille Lugan entrega o seu fascínio pelas motas, pelas panorâmicas e por um jogo intenso entre o lado mecânico na relação do Homem com uma máquina, mas também com uma mulher, ela mesmo a sentir na pele o esguichar óleo quando em contacto com ele. 

Com um misticismo muito próprio e experimentalismos típicos de primeiras obras, existe por aqui um sulfuroso jogo entre a tensão, o erotismo e a justiça mística e espiritual nesta história tecnicamente irrepreensível e com suficiente pretensões para manter a cineasta debaixo de olho durante largos anos.


Jorge Pereira



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