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Doclisboa e Cinema Ideal com ciclo de documentários

  • Publicado em Eventos

Arranca a partir de hoje a iniciativa 4.Doc, um conjunto de quatro obras aclamadas e premiados no festival Doclisboa que será exibidos no Cinema Ideal. O primeiro filme é Calabria [ler crítica], de Pierre-François Sauter, o vencedor do Grande Prémio na última edição do certame. Um documentário que visa refletir a condição do imigrante através de uma viagem entre dois homens de origens distintas que prestam o serviço de uma funerária.

Os realizador e os protagonistas (José ​Russo Baião ​e Jovan​ Nikolic) estarão presentes nas duas das sete sessões programadas (dia 30 de março e 1 de abril). Calabria será exibido entre 30 de março a 5 de abril, sempre no horário das 19h. Na sexta feira, dia 31, após a sessão haverá um concerto de Jovan Nikolic no Salão Ideal.

Os outros filmes inseridos na programação são O Terceiro Andar, de Luciana Fina (a ser exibida a partir de 8 de junho), Oleg Y Las Raras Artes, de Andrés Duque (6 de julho) e o quarto e último filme, a ser projetado a partir de 14 de setembro, ainda está por anunciar. Todas as sessões serão acompanhadas por debates e outras atividades.

«Ghost in the Shell - Agente do Futuro» por Hugo Gomes

  • Publicado em Critica

Bem-vindos à queda do cinema americano, e não, nada tem a haver com as controvérsias de whitewashing, a escolha de Scarlett Johansson para interpretar uma cyborg. Não, simplesmente o que vemos nesta adaptação de uma adaptação de uma manga da autoria de Masamune Shirow, é o requisito de lugares-comuns e dos truques primários que tanto minam o cinema para as massas oriundos dos grandes estúdios americanos.

Já a primeira conversão do material original para cinema, uma animação estilizada de Mamoru Oshii, funcionou como um quebra-formulas daquilo que poderia no entanto suscitar. É ficção cientifica da futurista, com pinceladas fortes de Phillip K. Dick e, sob linguagem cinematográfica, influenciada por clássicos como Metropolis e Blade Runner, que orquestrava uma narrativa anti-climax, sugestiva e sobretudo cerebral. Aonde irão as nossas particularidades enquanto seres humanos num mundo completamente a mercê do robótico? E as questões da inteligência artificial? E do "uncanny valley"? Estas tendências são debatidas em quase tudo o que se designa  ser ficção cientifica "astuta".

Sim, o filme tinha esses propósitos de servir mais como uma reflexão ao serviço da animação, do que se apresentar como o enésimo arquétipo de ação animada, e a esquecida sequela (Innocence, 2004) prolongou essa fantasia filosófica de um futuro à vista.

Porém, eis que surge a lavagem de Hollywood, um produto com claras pretensões de agradar os fãs do original e adeptos dos chamados "blockbusters inteligentes", mas que se perde perante as suas ambições. O porquê? Por que todos os ingredientes que transformaram Ghost in the Shell em mais do que um mero fruto da industrialização, são esquecidos e trocados por equações homogéneas daquilo que tanto abunda no entretenimento mainstream. Diria que este Agente do Futuro (lembraram-se de traduzir para português) é um embrião do cada vez mais formulaico cinema de super-heróis, trocando a dita filosofia por enredos de vingança, o sugestivo pelo explicito, e o cerebral pelo códigos primitivos do bem entreter (salienta-se ainda o maniqueísmo básico).

 

Scarlett Johansson é a nossa heroína, meio Lucy, meio "Viuva Negra" da Marvel, que se movimenta pela narrativa como uma "boneca de prontidão exata para a acção". A sua Major é demasiado emocional, frente às crises existenciais da versão animada. Tudo o resto, exceto o ocasional "Kitano Show" [Takeshi Kitano a assumir o controlo a meio da fita], é uma réplica prolongada, e segundo eles atualizada, que apenas jura fidelidade ao visual da obra de 1995. São estes raros pontos de contato que fazem salivar os ditos fãs, mas por aqui grito em pleno pulmões: "It's a trap".

Talvez uma premonição de como este Ghost in the Shell iria falhar (se bem que se espera, mesmo assim, que faça sucesso nas bilheteiras, até porque Scarlett Johansson já faz parte do star system) é a época em que os dois filmes surgem. A versão de Mamoru Oshii surgiu em 1995 e foi uma das influências para The Matrix dos Wachowsky, e esta versão de Rupert Sanders (com Branca de Neve e o Caçador no currículo) surge numa altura em que quase todo o entretenimento cinematográfico encontra-se contagiado pelo referido frenesim cyberpunk. Resultado, apenas chuva em terra molhada. 

O melhor - a reprodução de algumas sequências do filme de 1995

O pior - ser reduzido a um mero filme-produto daqueles que estamos habituados na indústria norte-americana.

Hugo Gomes

 

Claude Barras: «é difícil filmes como 'A minha vida de Courgette' encontrarem um público»

A minha vida Courgette [ler crítica] separa-se do destino do homónimo protagonista, Courgette, pois a sorte bateu à porta desta longa-metragem de animação stop-motion assinada pelo suíço Claude Barras. Uma passagem feliz no Festival de Cannes, uma nomeação ao Óscar, para além de ter sido o candidato suíço à categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira, e agora, a alta distinção na 16ª edição da MONSTRA.

A minha vida Courgette enche-se de orgulho, mas pouco foi uma questão de sorte e o filme fala por si. O C7nema teve a honra de conversar com o realizador sobre esta sua preciosa criação, um conto infantil agridoce com todos os requisitos do cinema social europeu e, claro, uma alternativa ao mercado imperativo da Disney. As crianças requerem diversidade, assim como nós. 

Como surgiu a ideia para este filme?

Quando tinha 10 anos li um livro o qual achei muito bom (Autobiographie d'une courgette), que me remetia às séries de órfãos como Nobody's Boy: Remi ou a Heidi. Hoje em dia há menos diversidade de filmes para crianças, não há muitos filmes realistas ou que simplesmente falam da realidade para os mais novos. Foi por isso que decidi adaptar o livro.

Courgette é um pouco diferente dos outros filmes. Em vez de ser um filme para crianças, é um filme sobre crianças.

É uma abordagem realista sobre a infância na animação, a dirigir-se também às crianças e com a estrutura de um conto. 

Como funcionou o processo de stop-motion?

Influenciou o lado realista no uso da luz e da mise-en-scène, a partir de marionetas muito simples para a animação. Foram 12 fotos por segundo com a pessoa que manipula a marioneta a alterar os braços, as pernas, a boca, faz pestanejar, imagem por imagem.

Em relação ao design, houve quem apontasse como uma influência ao universo de Tim Burton?

Sim, adoro os filmes dele, sobretudo pelo aspeto gráfico. Mas também sei que ele foi influenciado pela Rankin / Bass, uma dupla de cineastas da década de 60 que também recorriam ao uso de marionetas. Portanto, também me baseio no trabalho deles.

Acha que o Tim Burton vai gostar de ver o seu trabalho?

Não sei, espero que sim. (Risos)

O The Guardian aclamou que o seu filme era um "Ken Loach para as crianças".

Gosto muito dos Ken Loach, dos Dardenne, aquele cinema social europeu. Sim. Penso que sim, que possa ser visto dessa maneira, cinema social de animação.

É um statement político aquele que faz no filme, contra o mercado da Disney na animação?

Penso que as crianças têm necessidade de diversidade e que este é um pouco diferente dos outros. Penso que fiz bem em comparar a animação à realidade, à sociedade, à violência, à sexualidade, mas através de um muro, que é o da esperança. Os filmes da Disney são muito caros e têm menos liberdade no que abordam. Ao fazer um filme com um orçamento menor, consigo ter a liberdade que quero.

Como se sentiu por Courgette ser a sua primeira longa-metragem?

Estou muito contente com o resultado, foi muito duro. Mas é um filme coletivo, com uma grande colaboração técnica. Também estou feliz porque acho que vou continuar a dirigir-me às crianças com um lado ecológico, com estes temas importantes e que nos fazem refletir.

Como foi colaborar com a argumentista Céline Sciamma?

Gostei muito, admiro imenso o trabalho dela e foi o meu produtor que me propôs trabalhar com ela. Já tinha as personagens e uma primeira versão do argumento e, portanto, trabalhámos ao longo de um mês. Pelo meio tivemos uma pequena discussão, mas tive a impressão de que ela estava a escrever para mim. Ficámos a conhecer-nos bem pessoalmente e com a promoção do filme ficámos muito amigos.

Alguns pensamentos sobre a nomeação aos Óscares e a passagem pelo Festival de Cannes?

Durante a rodagem, sabia que o filme agradaria às crianças, mas não tinha tanta certeza o quanto iria agradar uma audiência adulta. A passagem por Cannes foi muito forte, intensa, violenta, porque creio que dei mais de 100 entrevistas em apenas três dias [risos]. Mas foi uma chance enorme passar por um festival que deu uma projeção tremenda. A quantidade de jornalistas que falaram do filme atraiu um grande número de pessoas para vê-lo. Porque, infelizmente, é difícil filmes como A minha vida Courgette encontrarem um público.

Depois de Cannes passei 2 meses a fazer 30 projeções nos EUA. O produtor do filme tinha dinheiro para permitir a cobertura por revistas e pôs em movimento uma máquina de guerra. Para a seleção, são 200 pessoas que votam e foi bom ter a energia e dinheiro para fazer o filme chegar até elas. É uma competição difícil, é necessária muita publicidade. Mas gostei de ir à cerimónia, mesmo não tendo ganho, mas o único filme de animação não-americano a ser premiado com o Óscar até à data foi A Viagem de Chihiro. Por isso, nada a fazer.

E quanto a novos projetos? Vai ficar-se pela stop-motion?

Sim, gosto muito da técnica que, ora está perto da animação, ora se aproxima do cinema "live action", graças ao uso da luz e do mise-en-scène. Tem uma certa veia direta com o teatro e com a perfomance, daí poder surgir algo espontâneo o e que é muito bonito.

«Ma Vie de Courgette» vence 16ª MONSTRA

A animação sueca Ma Vie de Courgette [ler crítica], de Claude Barras, foi premiado na 16ª edição da MONSTRA. O júri laureou o filme com o cobiçado Grande Prémio, distinguindo-o "pela sua sensibilidade e sua capacidade de expressar o espírito das crianças, através de um trabalho de uma animação sutil, encontramos um filme bonito e poético." Com estreia prevista para maio deste nas salas portuguesas, o filme contou também com o Prémio do Público na mesma categoria.

O videoclip do músico Samnuel Úria, realizado por Pedro Serrazina, É Preciso que Eu Diminua, venceu o Prémio de Melhor Filme Português - Prémio SPA | Vasco Granja. Já o filme francês Periferia, de David Coquart-Dassault, saiu-se como o triunfante da categoria de curta-metragem.

Destaca-se ainda o norueguês Ludovigo e Luca – A Grande Corrida do Queijo na distinção de Melhor Filme para a Infância e Juventude, o filme Window Horses – A Epifania Poética Persa de Rosie Ming [ler crítica] de Ann Marie Fleming pela Menção Honrosa e ainda Louise à Beira-Mar, de Jean-François Laguionie, pelo Prémio Especial do Júri.

PALMARÉS MONSTRA 2017

 
COMPETIÇÃO MONSTRINHA – CURTAS PARA INFÂNCIA E JUVENTUDE 
Júri: João Jaime, Luísa Violo, Michel Simeão
 
Menções Honrosas
CATEGORIA PAIS E FILHOS
Caminho dos Gigantes / Way of Giants – Alois Di Leo | Brasil | 2016 | 12’
CATEGORIA 3 AOS 6
Teia de Aranha / The Gossamer – Natalia Chernysheva | Rússia | 2016 | 4´
CATEGORIA 7 AOS 12
O Senhor Pau / Stick Man –  Jeroen Jaspaert, Daniel Snaddon | Reino Unido | 2015 | 27´
CATEGORIA MAIS DE 13
O Tribunal / The Courthouse – Estelle Costedoat, Antoine Engels, Julien Fradin, Florian Gourdin, Pierre-Edouard Mérien, Olivier Royer | França | 2016 | 7´
 
Prémios do Público
CATEGORIA PAIS E FILHOS
Pat e Mat – Sumo de Laranja / Pat and Mat – Orange Juice – Marek Beneš | República Checa | 2016 | 8´
CATEGORIA 3 AOS 6
Na Jaula / In a Cage -  Loic Bruyere | França | 2016 | 6´
CATEGORIA 7 AOS 12
O Senhor Pau / Stick Man –  Jeroen Jaspaert, Daniel Snaddon | Reino Unido | 2015 | 27´
CATEGORIA MAIS DE 13
O Tribunal / The Courthouse – Estelle Costedoat, Antoine Engels, Julien Fradin, Florian Gourdin, Pierre-Edouard Mérien, Olivier Royer | França | 2016 | 7´
 
Grande Prémio Monstrinha
Amoras / Cloudberry –  Polina Minchenok | Rússia | 2015 | 8’
 
 
COMPETIÇÃO AMENDOIM DE OURO
 
Amendoim de Bronze
69SEC –  Laura Nicolas | Bélgica | 2016 | 1’42
Amendoim de Prata
O D de David / The D in David –  Michelle Yi, Yaron Farkash | EUA | 2016 | 2’06
Amendoim Ouro
Sr. Patola de Pés Azuis / Mr. Blue Footed Booby –  Gino Imagino | Equador | 2015 | 2’19
 
 
 
COMPETIÇÃO ESTUDANTES
Júri: Joana Nogueira, Jonathan Hodgson, Juan Pablo Zaramella
Júri júnior: Ana Rita Margaço, João Vermelho, Adriana Abreu, Raghuraj Rai
 
Menções Honrosas
Corpo Estranho / Foreign Body – Marta Magnuska | Polónia | 2016 | 7′
Onde as nossas memórias estão / Where our memories are –  Yuriko Ogawa | Reino Unido | 2016 | 4′
 
Melhor Curta de Estudantes Portuguesa
Lugar em Parte Nenhuma / A Place in Nowhere –  Bárbara de Oliveira, João Rodrigues | Portugal | 2016 | 6′
 
Melhor Curta de Estudantes
Olha Apenas para Mim / Look at Me Only –  Tomoki Misato | Japão | 2016 | 8′
 
Menções Honrosas
Eidos – Elena Ortolan | Itália | 2016 | 5′
 
A Mesa / The Table –  Eugène Boitsov | França | 2016 | 4′
 
Uma História de Amor / A Love Story –  Anushka Kishani Naanayakkara | Reino Unido | 2016 | 7′
 
Melhor Curta de Estudantes Portuguesa
Lugar em Parte Nenhuma / A Place in Nowhere –  Bárbara de Oliveira, João Rodrigues | Portugal | 2016 | 6′
 
Melhor Curta de Estudantes
Steven Vai ao Parque / Steven Goes to the Park – Claudia Cortés Espejo | Bélgica | 2016 | 6′
  
 
 
COMPETIÇÃO CURTÍSSIMAS
Júri: Pedro Letria, Vera Neubauer, Meenakshi e Vinay Rai
 
Menções Honrosas
A verdade mais sombria sobre o amor/ The Darkest Truth About Love – Lara Lee, Hannah Jacobs | Reino Unido | 2015 | 1’49
 
Aftermath – Layla Atkinson | Reino Unido | 2015 | 3′
 
Tekkol –  Jorn Leeuwerink | Países Baixos | 2015 | 2′
 
Melhor Curtíssima Portuguesa
A lenda de Stingy Jack / Stingy Jack´s Tale - Andreia Reisinho Costa | Portugal | 2016 | 2’52
 
Melhor Curtíssima
Circuito de Bicicleta / Tour – Jasmijn Cedee | Bélgica | 2016 | 2’21
 

COMPETIÇÃO LONGAS
Júri: Andrea Basilio, Claudia Bolshaw, Olivier Cotte, Pedro Brito, Zsuzsanna Kreif
 
Melhor Filme Infância e Juventude
Ludovigo e Luca – A Grande Corrida do Queijo / Louis & Luca – The Big Cheese Race, Rasmus A. Sivertsen | Noruega | 2015 | 78′
 
Menção Honrosa
Window Horses – A Epifania Poética Persa de Rosie Ming / Window Horses – The Poetic Persian Epiphany of Rosie Ming – Ann Marie Fleming | Canadá | 2016 | 89’
 
Prémio Especial do Júri
Louise à Beira-Mar / Louise by the Shore – Jean-François Laguionie | França, Canadá | 2016 | 75’
 
Grande Prémio MONSTRA
A minha vida de Courgette / My Life as a Zucchini – Claude Barras | França, Suíça | 2016 | 70’
 
Prémio do Público
A minha vida de Courgette / My Life as a Zucchini – Claude Barras | França, Suíça | 2016 | 70’
 
 
 
COMPETIÇÃO CURTAS
Júri: Andrea Basílio, Andrea Martignoni, Géza M. Tóth, Irena Jukic Pranjic, Tiago Neves de Albuquerque
 
Menções Honrosas
O Vómito de Verão é a Delícia do Inverno / Summer’s Puke is Winter’s Delight – Sawako Kabuki | Japão | 2016 | 3′
 
Acidentes, Erros e Calamidades / Accidents, Blunders and Calamities – James Cunningham | Nova Zelândia | 2015 | 5′
 
Melhor Filme Experimental
Squame – Nicolas Brault | Canadá | 2015 | 4´
 
Melhor Curta Portuguesa
Chatear-me-ia Morrer Tão Joveeeeem… / It Would Piss Me Off To Die So Yoooooung… – Filipe Abranches | Portugal | 2016 | 16′

Prémio Especial do Júri
Entre as Ondas Negras / Among the Black Waves – Anna Budanova | Rússia | 2016 | 11′
 
Grande Prémio MONSTRA - CURTA
Periferia / Peripheria – David Coquard-Dassault | França | 2015 | 12′
 
Prémio do Público
Blind Vaysha - Theodore Ushev | Canadá | 2016 | 8´
 

COMPETIÇÃO PORTUGUESA – SPAUTORES/VASCO GRANJA
Júri: Falk Schuster, Giannalberto Bendazzi, Paula Tavares
 
Menções Honrosas
Chatear-me-ia Morrer Tão Joveeeeem… / It Would Piss Me Off To Die So Yoooooung… – Filipe Abranches | Portugal | 2016 | 16′
Última Chamada / Final Call – Sara Barbas | Portugal | 2016 | 12′
 
Melhor Filme Português – Prémio SPautores / Vasco Granja
É preciso que eu diminua / It is necessary that I diminish – Pedro Serrazina | Portugal | 2016 | 4′

Prémio do Público
Última Chamada / Final Call - Sara Barbas | Portugal | 2016 | 12´

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